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terça-feira, 26 de outubro de 2010
Fora
Cansei
Dos ciúmes, exigências
Discrepâncias, desenganos
Falta de credibilidade
Cansei, inclusive, dos planos
Não entendo tuas verdades
Tua noite começa onde a minha termina
Chego a metade do dia
Quando o teu inicia
Não sou mais menina
Tampouco personagem
Não me enquadre em tuas fantasias
Enxergue-me como miragem
Surreal, utopia
Inatingível, inalcançável
Idealizada
Fresca, metida
Mimada
Como quiser
Só não me enxergue como mulher
Não serei posta numa caixinha
Embrulhada com fitinha
Para virar propriedade
Queres pagar IPTU? Basta adquirir um imóvel
Eu, meu bem, sou completamente móvel
Tens o meu aval, podes falar
Chuva de verão, fogo de palha
Motor de fusca, rádio a pilha
Como desejares me adjetivar
E, caso queiras minha opinião
Somos sol e lua
Encontramo-nos de passagem
Chuva e estiagem
Onde uma age, outra não atua
Entendeu ou não?
Mariana Luz
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Desabafo
É certo que toda família tem a sua ovelha negra, mas por que a representante da minha tinha de ser logo eu? "Mariana, seu trabalho não vale a pena, professores morrem de fome.", "Por que você abandonou seu curso de engenharia? Uma carreira tão mais promissora...", "Fazer cursinho? Vai pro segundo vestibular? Que absurdo! Daqui a 10 anos você terá 32, ninguém vai querer mais nada de você."
A sensação que eu tenho é que me cravaram um punhal no lado esquerdo do tórax e, a cada vez que meu pai ou minha mãe repete uma destas frases, estão segurando-o pelo cabo e girando-o, primeiro no sentido horário, depois, o contrário.
O mais interessante é a mudança radical na forma de tratamento. A filha que antes era um orgulho, estava cursando engenharia, hoje já nem é mais digna de ser mencionada. É, acho que terei de aceitar minha posição, afinal, tranquei minha faculdade, mudei pro exterior, voltei, larguei o curso, decidi que amo lecionar, passei a ensinar inglês e estudar pro vestibular de letras. Ser professora não é o futuro que meus pais sonharam para mim. Sou mesmo a ovelha negra. Ou me conformo com meu status e radicalizo, corto o cabelo, faço uma tatuagem e três piercings... Ou volto pro curso, cumpro minha sentença, termino o martírio, pego o canudo e entrego nas mãos deles, dizendo: "Aí está, o curso dos seus sonhos. Agora deixa eu correr, pretendo obter o meu em 4 anos.". O que são dois anos, afinal? Faltam apenas dois míseros anos e eu termino a faculdade. Dois anos de esforços não reconhecidos, idas forçadas à faculdade, estresse por estudar o que não dá prazer. Mas... O que é um biênio se você não tem de enfrentá-lo?
Por que as pessoas não entendem que um diploma não dignifica ninguém? Qual a dificuldade que há em perceber que caráter não é formado em faculdade? Minha educação, por mais que o tempo passe, não acabará. Por que a humanidade se "maquinalizou" tanto? Por que temos que estudar o que a sociedade impõe, fazer o curso do momento, ter a profissão do futuro? Por que ninguém mais valoriza sentimentos, uma composição bem feita, um abraço, um carinho? Por que as pessoas compram tantas batidas de lata sem nexo, funks proibidões, lapada na rachada?
Não se trabalha mais por sorriso, mas sim, por cifrão. Não se busca prazer no ofício, antes, busca-se o lazer após o serviço. Por quanto tempo ainda, só para não desapontar a pessoa A, B ou C, terei de executar exatamente a função que esperam que eu execute? Por quanto mais terei de fingir estar feliz, encenar entusiasmo, mesmo não gostando da bosta do curso que, aos 16 anos, completamente imatura, pensei ter escolhido certo?
Não há resposta, eu sei. Há, sim, o conceito popular, virou provérbio, lugar comum, chavão: "Hoje em dia só se destacam os bons."
Mas, o que é ser bom? Eu respondo. Ser bom, meu querido, é ser médico, advogado, dentista, engenheiro, arquiteto, empresário. Ser bom é ter uma casa na praia, conta corrente, carro do ano e viagem marcada para fora do país. "Ser bom" não é compatível com "ser professor", por mais que eu ame a profissão. Não. Se você quer ser bom, não seja professor. Não seja vendedor, taxista, gari, recepcionista, secretária... Se você quer ser bom, terá de escolher uma das profissões citadas anteriormente, porque, atualmente, ser bom não é mais fazer o que gosta, e fazê-lo bem. Mas sim fazer o que não gosta, almejando um contra-cheque gordo no final do mês. Uma pena, não?
Já dizia Charles Chaplin: "Não sois máquinas, homens é que sois.". As pessoas esqueceram-se disso. Viraram máquinas de fazer dinheiro, sem se importar com saúde, valendo apenas o estado físico, se este lhe der condições de produzir em larga escala. Ninguém mais quer saber do bem estar do próximo, o que vale hoje é a capacidade que ele tem de gerar lucros.
O ser humano maquinalizou-se, a sociedade industrializou-se. É um mal necessário, dirão muitos. Triste fim, digo eu. Não se surpreenda se, muito em breve, você estiver comprando oxigênio enlatado.
Mariana Luz
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Crescência
A conduta mudou
A criança de outrora
Metamorfoseou
Transgrediu as suas leis
Abandonou a inocência
Manteve a pureza
Enquadrou-se em seus próprios padrões de beleza
Aprendeu a ser simples, perspicaz
Ultrapassar barreiras, capaz
Intencionalmente rebelde
Inexoravelmente peculiar
Os elementos particulares
Tornam-se armas, suterfúgios
Proteção, esconderijo, refúgio
Atrativos convidando a desvendar-lhe
Sincronia total com o passado
Regressa, contempla a menininha
Intimamente está ali
Agora não é mais sozinha
A mulher atual reveste-lhe
O carinho, o cuidado
São agora duas constantes
Características modernas
Unem-se às particularidades antigas
A menina tornou-se mulher
Essência
A mulher tem resquícios de menina
Uma é o avesso da outra
Mistura explosiva, perigosa
Compacto
Parto-me
Pacto
Explicado
Não procure me entender.
Mariana Luz
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Ciclos
E a história se repete. Ela sempre se repete. Como a vida, o amor também é um ciclo. Os seres vivos nascem, crescem, se reproduzem, envelhecem e... Fim. Este é o ciclo da vida. Da mesma forma, o amor. Ou o ciclo do amor, por assim dizer. O sentimento, assim como um bebê, nasce. Não importa a forma como surge, se é de uma amizade antiga, numa balada, escola, faculdade, trabalho, internet, igreja ou vizinhança. O que sabemos é que, de alguma maneira, ele nasce. Assim como um bebê, que pode nascer em casa, na maternidade. Por parto natural, cesariana ou normal. Com ou sem o auxílio do fórceps. Sim, o nascimento do amor pode ser comparado ao nascimento de um bebê. Ambos nos proporcionam novas experiências e, com elas, a excitação e o medo do desconhecido.
À medida que cuidamos para que o bebê tenha uma vida saudável e se desenvolva normalmente, percebemos que ele cresce. Vira criança. Também assim, é necessário que cuidemos do amor, que seja medido, saudável e cultivado até tornar-se cumplicidade.
Mas a criança também se desenvolve. Transforma-se em adolescente. A cumplicidade em (in)segurança. (In)segurança? Quem nunca sentiu-se grande o suficente, capaz de conseguir o que quisesse “do auge” de seus 15 anos? E duas horas depois encontrou-se soluçando, aninhado nos braços de sua mãe? Quem, apaixonado, não teve a certeza de que era amado, simplesmente para, no minuto seguinte, perguntar-se se realmente estava dando certo?
Todavia, a natureza é sábia. Do adolescente faz-se o adulto. Da (in)segurança, a maturidade. E aí já não há mais tantas dúvidas, receios, medos. Já não existe mais tanta necessidade de aceitação, seja ela pela sociedade ou pela pessoa amada. E o adulto reproduz, dá frutos, assim como a maturidade. Nesta fase, o adulto e a maturidade iniciam uma fusão, já não se sabe mais o que é concreto e abstrato. O que acontece devido à fase adulta e o que provém da maturidade. Sabe-se apenas que o adulto tem a maturidade capaz para formar frutos saudáveis. Ou vice-versa.
Finalmente, o adulto envelhece. A maturidade passa a ser experiência. E aí tanto faz, “velho” ou “experiente”. Ambas palavras que exigem admiração e respeito, que denotam sabedoria. Mas... E para onde foi o amor? Deixou de existir? Ainda existe sentimento? Esta é uma pergunta interessante. Como encontrar a resposta? Corre, pega o telefone. Liga pra sua mãe e faz o seguinte questionamento: “Mãe, quem é seu eterno bebê?” Morte.
Atos Inversos
Hoje me deu vontade de ver tudo ao contrário! De ser ao contrário, talvez. Olhar para dentro de mim e ver aquela menininha que cresceu, deixou a boneca e a baleada, aprendeu a dirigir, a calcular derivadas e integrais. Quanta responsabilidade. Difícil crescer.
Agora é tudo tão diferente... Um dia chegamos a acreditar... Em Papai Noel, Príncipe Encantado, Coelhinho da Páscoa. E que decepção quando descobre-se que nada disso existe. Por isso eu queria ver tudo ao contrário do que realmente é. Igual vemos quando somos crianças, tudo perfeito, tudo feliz, tudo novidade, interessante.
Mil coisas na cabeça para falar, nada sai. Tá confuso, tudo misturado igual vodka com soda, arroz com feijão, pão com manteiga, café com leite.
Sinto-me a um passo da felicidade e de repente desabo num abismo sem fim, um precipício que me faz sentir a um passo da depressão. Por que? É difícil ver o mundo do jeito certo. Estou aprendendo também.
Aquela sensação de dúvida, angústia, desespero. Alegria, contentamento, felicidade, tudo misturado, igual vodka com soda, arroz com feijão, pão com manteiga, café com leite.
"Como arroz e feijão é feita de grão em grão nossa felicidade." Grande Teatro Mágico. Adoro!
Eu diria que nossa felicidade é feita de momentos. É, por que não de grão em grão? Cada momento seria um deles... Como rever a melhor amiga, o primeiro beijo, o primeiro namorado, o presente que ganhamos no aniversário, o nascimento da irmãzinha, o 10 da prova de ontem, a mensagem que ele mandou. Momentos. "Como arroz e feijão é feita de grão em grão nossa felicidade." [...] "Mas como entender que os dois por serem feijão e arroz se encontram só de passagem?" É, realmente são momentos!
Agora me sinto bem... Bem mesmo, feliz, esperançosa. Talvez nem seja assim daqui a um minuto, mas agora é como me sinto!
A vida é assim... Nada compreensível, mas ninguém quer largá-la. Viver é bom! Ou, pelo menos, é a única opção que conhecemos. E na vida há aqueles momentos em que temos vontade de ver, fazer enxergar o mundo ao contrário. Te olhar e dizer Te ODEIO. Um "EU TE AMO" nas entrelinhas. Atos inversos. Grandes vontades minhas... Que vontades... De te ver, te ter, te tocar... Ficar perto, ser uma parte tua, por um segundo.
De fugir, sumir, viajar, ser teletransportada.
E todo esse blá blá blá, com que intenção? Ah, sei lá, as vezes me sinto bem em falar. Escrever cartas que não mando... Deixá-las em algum canto. Hoje encontrei uma das cartas que eu não mando. É divertido ficar lendo depois de tanto tempo! De qualquer forma, não vou mandar.
Tá confuso, eu sei, tudo misturado, igual vodka com soda, arroz com feijão, pão com manteiga, café com leite.
Mas eu acredito que ainda há mentes capazes. Afinal de contas, falo de sentimentos, de coisas naturais, normais e não tão complexas assim. Comum a todos os seres humanos.
Aquele minuto que eu falei, passou! E eu continuo me sentindo feliz. Isso é bom. Só que agora os sentimentos se confundem, eu já não sei mais se a felicidade predomina. Ou o receio da prova que terei de fazer. A ansiedade por encontrá-lo. O sono da noite mal dormida. O medo da viagem que se aproxima. Mas tudo bem, ainda me sinto feliz. Sentimentos confusos, tudo misturado, igual vodka com soda, arroz com feijão, pão com manteiga, café com leite.
Fazer o quê? A vida é assim...
Tudo misturado, igual vodka com soda, arroz com feijão, pão com manteiga, café com leite.
E quer saber? Se fosse organizado não teria a mínima graça!
Agora é tudo tão diferente... Um dia chegamos a acreditar... Em Papai Noel, Príncipe Encantado, Coelhinho da Páscoa. E que decepção quando descobre-se que nada disso existe. Por isso eu queria ver tudo ao contrário do que realmente é. Igual vemos quando somos crianças, tudo perfeito, tudo feliz, tudo novidade, interessante.
Mil coisas na cabeça para falar, nada sai. Tá confuso, tudo misturado igual vodka com soda, arroz com feijão, pão com manteiga, café com leite.
Sinto-me a um passo da felicidade e de repente desabo num abismo sem fim, um precipício que me faz sentir a um passo da depressão. Por que? É difícil ver o mundo do jeito certo. Estou aprendendo também.
Aquela sensação de dúvida, angústia, desespero. Alegria, contentamento, felicidade, tudo misturado, igual vodka com soda, arroz com feijão, pão com manteiga, café com leite.
"Como arroz e feijão é feita de grão em grão nossa felicidade." Grande Teatro Mágico. Adoro!
Eu diria que nossa felicidade é feita de momentos. É, por que não de grão em grão? Cada momento seria um deles... Como rever a melhor amiga, o primeiro beijo, o primeiro namorado, o presente que ganhamos no aniversário, o nascimento da irmãzinha, o 10 da prova de ontem, a mensagem que ele mandou. Momentos. "Como arroz e feijão é feita de grão em grão nossa felicidade." [...] "Mas como entender que os dois por serem feijão e arroz se encontram só de passagem?" É, realmente são momentos!
Agora me sinto bem... Bem mesmo, feliz, esperançosa. Talvez nem seja assim daqui a um minuto, mas agora é como me sinto!
A vida é assim... Nada compreensível, mas ninguém quer largá-la. Viver é bom! Ou, pelo menos, é a única opção que conhecemos. E na vida há aqueles momentos em que temos vontade de ver, fazer enxergar o mundo ao contrário. Te olhar e dizer Te ODEIO. Um "EU TE AMO" nas entrelinhas. Atos inversos. Grandes vontades minhas... Que vontades... De te ver, te ter, te tocar... Ficar perto, ser uma parte tua, por um segundo.
De fugir, sumir, viajar, ser teletransportada.
E todo esse blá blá blá, com que intenção? Ah, sei lá, as vezes me sinto bem em falar. Escrever cartas que não mando... Deixá-las em algum canto. Hoje encontrei uma das cartas que eu não mando. É divertido ficar lendo depois de tanto tempo! De qualquer forma, não vou mandar.
Tá confuso, eu sei, tudo misturado, igual vodka com soda, arroz com feijão, pão com manteiga, café com leite.
Mas eu acredito que ainda há mentes capazes. Afinal de contas, falo de sentimentos, de coisas naturais, normais e não tão complexas assim. Comum a todos os seres humanos.
Aquele minuto que eu falei, passou! E eu continuo me sentindo feliz. Isso é bom. Só que agora os sentimentos se confundem, eu já não sei mais se a felicidade predomina. Ou o receio da prova que terei de fazer. A ansiedade por encontrá-lo. O sono da noite mal dormida. O medo da viagem que se aproxima. Mas tudo bem, ainda me sinto feliz. Sentimentos confusos, tudo misturado, igual vodka com soda, arroz com feijão, pão com manteiga, café com leite.
Fazer o quê? A vida é assim...
Tudo misturado, igual vodka com soda, arroz com feijão, pão com manteiga, café com leite.
E quer saber? Se fosse organizado não teria a mínima graça!
Mariana Luz
Sério
Outro dia, ao ler as palavras de alguém que eu considero um dos mais inteligentes anônimos à sociedade (sem nomes, talvez a pessoa supracitada não deseje ser identificada), me deparei com um link que levava a outro diário virtual de mesmo dono, leia-se: autor.
Eu, crítica que sou, não pude deixar de notar os títulos dos sites. O primeiro, Falando de Amor, levava ao que era intitulado Falando Sério. Meu primeiro pensamento foi: "Uai, esse cara não leva o amor a sério?".
A tese começou a formar-se, em minha mente, um turbilhão de idéias que, organizadas, deram origem ao que hoje eu chamo Teoria do Amor Caótico. A conclusão é simples: O tal cidadão leva, sim, o amor a sério. Tão a sério que deu-se ao trabalho de criar dois espaços diferentes. Um para expressar seu romantismo e o outro para todo o resto.
Levar o amor a sério não significa levar o amor a sério.
Eu explico. O amor não é compreensível, como uma fórmula matemática. Seria muito simples se tivéssemos a fórmula do amor, jogaríamos a pessoa X na equação e, ao realizarmos os cálculos adequados, teríamos como resultado a pessoa Y, que seria a alma gêmea da primeira raiz. Fácil, não? Mas o amor não é lógico. Tampouco é uma convenção da sociedade, como regras da língua portuguesa. Não. O amor vai além do que podemos entender ou explicar. Não é para ser analisado ou decifrado, o amor é pra ser sentido, vivido.
Levar o amor a sério não é fazer cara de intelectual e discutir com toda propriedade, ainda que fingida, os prós e contras de estarmos apaixonados. É, sim, fazer cara de bobo, sorrir a cada demonstração de afeto, pensar na pessoa Y o tempo inteiro, sentir saudades, ligar só para dizer: "Estou pensando em você." Isso, querido leitor, é levar o amor a sério, deu pra entender?
Bem, deixando de lado meus devaneios, preciso mencionar mais uma vez a inteligência do autor dos blogs. Muito perspicaz a idéia de fazer tal trocadilho, ainda que esta não tenha sido a sua intenção. Pudera, sempre admirei a capacidade do tal escritor. Eu, confesso, levei algum tempo para encontrar a relação existente entre os dois espaços.
Sempre fui conhecida por falar demais. Ou escrever demais, depende do que seria mais aplicável. Hoje, ao traçar o paralelo entre os sites, minha intenção era explicar a minha Teoria do Amor Caótico. Caótico, sim. O amor vai contra qualquer lógica, o amor não faz sentido e nem pode ser explicado por livros. Gera uma confusão nas nossas mentes, nos faz, às vezes, agir de maneira que nem nós mesmos acreditamos que somos capazes. Nos deixa completamente fora daquele que consideramos ser nosso estado normal. Não faz sentido. É caótico.
Você entendeu, querido leitor? Caso sua resposta seja negativa, você está apaixonado. Pare de levar o amor a sério e releia o que foi dito, dessa vez, falando sério.
Mariana Luz.
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